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Pouco
divulgado e ainda por cima boicotado por outras
indústrias o esporte tem como única
saída criar seu próprio mercado.
E assim nasceu um campo fértil de moda
alternativa.
Alguns atletas perceberam que cobrar suporte
e resultados dessa cena precária não
surtia nenhum efeito, e resolveram agir. Hoje,
todas as marcas presentes no meio são
essencialmente fundadas pelos próprios
atletas que dela fazem parte.
Todo patinador tem responsabilidade sobre
sua indústria, é dever de cada
um realizar a manutenção da
cena. Deve-se inserir o esporte no capital,
o consumo é primordial para a cena
crescer e gerar patrocínio e suporte
para os próprios que a consomem.
| Em
2008 surgiu no Brasil uma iniciativa que
proporcionou a junção de
todas as marcas da cena, e possibilitou
que os atletas de todo pais, pela primeira
vez, tivessem contato com o material que
vinha sendo produzido apenas regionalmente.
O CILS, circuito inline skate, proporcionou
aos envolvidos na cena que a cada etapa
mostrassem tudo o que haviam desenvolvido.
Isso trouxe a oportunidade de aproximar
e facilitar o consumo do material, pelos
atletas. |
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Marcas
ganharam destaque durante as seis etapas
do circuito, entre elas, Dicionantes,
Swicthup, 615, Enes, GoFor, ZeroCano,
Milkie e ForSports.
Agora em 2009 a promessa é de
muito mais crescimento, o CILS acontecerá
com total apoio da indústria.
Alem do fato que o esporte está
ganhando simpatizantes no Rio de Janeiro,
roupas começaram a ser vendidas
em lojas dos principais shoppings da
cidade, pela primeira vez pessoas que
não são atletas estão
literalmente vestindo a camisa do esporte.
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Os votos para esse ano são promissores
e com a colaboração de toda
a cena o crescimento acontecerá unificado,
indústria e atletas.
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| ¹Aggressive inline, modalidade
de patinação radical em rua e/ou
obstáculos específicos para a prática. |
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